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14 de setembro de 2013

Uma vida louca de Jornalista

Normalmente quando eu escrevo alguma coisa, são histórias que acontecem comigo; e hoje eu quero dedicar a duas pessoas o Jota Scholz e a Bárbara Lipp. O Jota que se formou há duas semanas e a Bárbara que se forma neste sábado, 14, portanto, parabéns aos dois novos Jornalistas.

O Jornalismo é uma loucura, histórias surgem a todo instante e quando tu menos espera, assim como na vida isto acontece. Dizem que nós que trabalhamos com o Jornalismo, vida não temos porque sempre estamos alucinados correndo pra cá e pra lá, atrás de informações e vivendo isso 24h, e quando conseguimos finalizar um trabalho, lá estamos nós de novo fazendo outra coisa.

Ninguém consegue nos entender direito, talvez nem nós mesmos; mas sempre estamos buscando o melhor, e por mais cansados que estejamos, um sorriso é aberto de satisfação ao concluir um trabalho.

Muitos contatos surgem e as grandes amizades são formadas, num laço forte de confiança. As amizades que são criadas numa sala de faculdade, numa redação ou ainda no corre-corre diário na rua, são tão diferentes porque nem sempre temos tempo para parar e conversar, mas estamos ali para ajudar no que for preciso.

Ou seja, a nossa vida é tão louca que mesmo sendo "concorrentes" ao estarmos em veículos opostos, estamos sempre nos auxiliando. E como isso acontece? A palavra-chave é cumplicidade. Temos responsabilidades como qualquer área, entretanto, ajudar o próximo ainda mais no Jornalismo, é fundamental para o próprio fortalecimento.

Somos eternamente os contadores de histórias, e ficamos muitos felizes ao final do dia, de conseguirmos contar as nossas sagas e aventuras, mesmo quando passamos por caminhos tão difíceis. E que venha o dia seguinte, com um café sempre a nossa disposição, e que uma nova loucura comece o mais rápido possível.

Podemos não um ser um super-heróis, mas nos sentimos assim, como uma super força inacreditável.

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