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16 de abril de 2014

Menino Bernardo teria sido dopado antes de receber injeção letal

Foto: Divulgação

O menino Bernardo Uglione Boldrini, 11 anos, que teve o corpo encontrado em uma mata após ficar desaparecido por 10 dias em Três Passos (RS), teria sido dopado antes de receber uma injeção letal. Os detalhes do crime foram dados pela assistente social Edelvânia Wirganovicz, amiga da madrasta do garoto e que teria ajudado no assassinato. Os detalhes foram publicados nesta quarta-feira pelo jornal Zero Hora.

As invetigações da polícia apontam que o homicídio foi planejado e executado pela madrasta da criança, a enfermeira Graciele Ugolini, com ajuda da amiga Edelvânia. As duas, junto com o pai do garoto, o médico Leandro Boldrini, estão presos.

Segundo a publicação, Edelvânia afirmou que o menino foi dopado com barbitúricos e morto com uma injeção letal de um produto que ela não soube informar qual era, preparada pela enfermeira e madrasta do garoto. Na viagem em que o menino foi morto, além das duas suspeitas presas, estaria no carro a filha de um ano e três meses que Graciele tem com Leandro Boldrini, pai do menino.

De acordo com as informações apuradas pelo jornal, Edelvânia afirmou que viajou com Graciele no dia 4, com a desculpa de comprar uma TV para o garoto. Ao chegar à casa da assistente social, misturaram pílulas dopantes no suco do menino, que adormeceu. Ele teria sido então assassinado com uma injeção. Edelvânia é a única até agora que colaborou com a Polícia Civil. Foi ela quem indicou aos policiais o lugar onde enterraram o menino. Fonte

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