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12 de agosto de 2014

Programa Caxias da Paz está sendo avaliado pela Fundação Getúlio Vargas

Foto: Ícaro de Campos
O programa Caxias da Paz foi escolhido pelos pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas para ilustrar experiências referenciais que vem sendo desenvolvidas no Brasil no campo de soluções autocompositivas de conflitos. “Para esta pesquisa escolhemos um exemplo de boas práticas jurídicas de cada região do país. Caxias do Sul é o representante da região Sul”, explica Nathália Lengenegger, mestre em Direito, pesquisadora da FGV.

Nesta terça-feira, Nathália conversou com o diretor-geral da Secretaria Municipal da Segurança Pública e Proteção Social (SSPPS), José Francisco Barden da Rosa. “Receber pesquisadores de uma instituição tão respeitada no Brasil como a Fundação Getúlio Vargas comprova que todos os investimentos que o Município tem empregado na estruturação logística deste programa, bem como o aporte de recursos humanos qualificados encaminhados para o Caxias da Paz, só trazem retornos positivos para nossa cidade e para o país”, afirma Barden.

Ontem a pesquisadora visitou o CEJUSC, a Central da Paz Comunitária e a Central da Paz da Infância e Juventude, onde foram entrevistados as coordenadoras, Susana Duarte e Rachel Marques, o juiz da vara da Infância e Juventude Leoberto Brancher, além de facilitadores e usuários do Programa. “A principal premissa do Caxias da Paz é a desjudicialização do conflito. O programa impacta diretamente nas áreas da educação, assistência social, saúde e justiça”, declarou o Juiz da Vara da Infância e Juventude, idealizador do Caxias da Paz, Leoberto Brancher, no encontro com Nathália.

As visitas seguem ainda na Central da Paz Judicial, Fundação Caxias, Fundação de Assistência Social (FAS), CASE, PICS, Paróquia Santa Catarina e Universidade de Caxias do Sul. Serão entrevistadas autoridades, servidores públicos e voluntários do programa de Pacificação Restaurativa.

O relatório final da pesquisa será publicado no site da Secretaria da Reforma do Judiciário (http://portal.mj.gov.br/reforma/).

Com informações da Assessoria de Imprensa (com Assessoria de Imprensa do Programa Justiça Restaurativa)

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