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9 de julho de 2011

Caxias e Juventude necessitam de conquistas urgentes no Brasileirão

A dupla CaJu estreia no Campeonato Brasileiro em Caxias do Sul, o Juventude na série D no sábado (16) e o Caxias no domingo (17) pela C, com o objetivo das duas equipes subirem de divisão urgentemente para a recuperação da dignidade e do torcedor.

O Juventude cada vez mais no fundo do poço, disputa neste ano, a 4ª divisão do Brasileirão, algo inédito para um clube de porte médio no cenário nacional e o terceiro maior time e torcida do Rio Grande do Sul, necessita e precisa de uma reabilitação urgente, para não aumentar o vexame no ano do centenário em 2013, não estar na série B e parar de afugentar o torcedor papo.

A equipe alviverde no Grupo 8, ao lado de Brusque-SC, Metropolitano-SC, Cianorte-PR e Cruzeiro de Porto Alegre-RS, tem a estreia marcada para o dia 16 de julho, no Estádio Alfredo Jaconi, às 17h, diante do Brusque.

O Juventude é a equipe mais forte do grupo, entretando, muitos dirigentes ainda pensam que estão na divisão de elite do futebol nacional, e isto atrapalha os rumos do time esmeraldino em mais uma tentaiva de tentar se reerguer. A hora da subida é agora!

O Caxias entra em campo às 15h diante da Chapecoense, no Estádio Centenário, pela primeira rodada do Grupo D, da 3ª Divisão do Brasileirão, no domingo, 17 de julho. Na chave do Caxias, além da Chapecoense, integram o grupo: Joinville-SC, Santo André-SP e o Brasil de Pelotas-RS.

A equipe do Caxias que começou bem na temporada 2011, mais precisamente no 1º turno do Gauchão, e no 2º turno do estadual quando houve uma queda, ainda é uma incógnita para o torcedor grená. Qual é o time do Caxias para a disputa da série C? Uma pergunta que ainda não tem resposta, e que o clube não pode errar durante a competição nacional de novo, erros que custaram para o time e que o prendeu na 3ª divisão há algum tempo.

O futebol de Caxias do Sul nunca esteve tão mal nestes últimos anos, como está agora, um clube na série C e o outro na D. A dupla CaJu precisa colocar mais os pés no chão e pararem de se afastar da torcida, por mais que os clubes negam, é uma realidade indigesta e vergonhosa para os dois.

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