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20 de setembro de 2011

SÉRIE D: Anapolina tenta paralisar 4ª divisão e promete eliminar o Itumbiara no STJD


Inconformada com a “armação” da última rodada da fase inicial, no último domingo, a direção da Anapolina, de Anápolis-GO, vai tentar paralisar o Campeonato Brasileiro da Série D, a Quarta Divisão. O objetivo da representação é conseguir um efeito suspensivo pelo menos para adiar o jogo entre Itumbiara e Villa Nova-MG, previsto para o próximo domingo na abertura da segunda fase.

O advogado da Anapolina, Osvaldo Sestário, acha que evitar o início da segunda fase “é primordial para que haja tempo de um julgamento do processo em curso”.

A Anapolina foi eliminada, depois do “cai cai” promovido pelo Tocantinópolis-TO, que já perdia por 4 a 1, quando faltavam ainda vinte minutos para o término do jogo em Anápolis. Naquela altura, mais um gol daria a vaga à Anapolina no lugar do Itumbiara que já tinha perdido para o Tupi-MG, por 1 a 0, em Juiz de Fora-MG. O time mineiro terminou na liderança do Grupo 5, com 14 pontos, seguido por Itumbiara e Anapolina, com 13 pontos, com o Itumbiara tendo melhor saldo de gols: 3 a 2.

Argumentos da Anapolina
O advogado da Anapolina alega que o “cai cai” foi promovido pelo Itumbiara, que teria oferecido um prêmio de R$ 50 mil para que o Tocantinópolis “evitasse” a classificação do time da casa.

“Isso é ilegal”, assegura Sestário, que não quer a anulação do jogo, mas a eliminação do Itumbiara que teria promovido a “armação”.

“Seria injusto, por exemplo, remarcar outro jogo entre Anapolina e Tocantinópolis, porque daríamos um nova chance para o time de Tocantins segurar um resultado que interessasse ao Itumbiara, como um 3 a 0”, argumentou.

A representação da Anapolina se baseia no artigo 242 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBDF), que diz o seguinte:

“Dar ou prometer vantagem indevida a membro de entidade desportiva, dirigente, técnico, atleta ou qualquer pessoa natural mencionada no art. 1º, § 1º, VI, para que, de qualquer modo, influencie o resultado de partida, prova ou equivalente. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009)." Fonte

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