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24 de abril de 2013

Repórter de jornal é a pior profissão dos Estados Unidos afirma pesquisa


Lançada pelo CareerCast.com, um site de carreiras, a pesquisa "Best and Worst Jobs of 2013" (Melhores e Piores Empregos de 2013), divulgada nessa segunda-feira, 23, coloca a profissão de "repórter de jornal" como a pior dos Estados Unidos. O ranking avalia diversas competências de 200 empregos. Escrivão, engenheiro biomédico e engenheiro de software estão no topo como as três melhores, respectivamente.

De acordo com matéria publicada pelo site da Forbes, estar sempre de plantão, enfrentar prazos curtos, trabalhar em um ambiente de alta-tensão e ganhar pouco são os pontos que caracterizam a pior profissão da América. "Graças as redações cada vez menores, orçamentos pequenos, concorrência de notícias online e organização dos veículos, a profissão de repórter de jornal é classificada como o pior emprego do país", diz.

Para o editor do CareerCast.com, Tony Lee, a posição não surpreende, já que a carreira de repórter sempre esteve entre os piores postos devido a salários baixos e alto nível de estresse. "Com cortes dramáticos e perspectiva negativa de crescimento negativo, haverá menos repórteres em jornais no futuro", prevê.

Fonoaudiólogo, dentista, terapeuta, fisioterapeuta e analista de sistemas estão entre as 10 melhores carreiras. Lenhador, ator, fazendeiro e militares alistados acompanham os repórteres na lista das piores. Para criar o ranking, a empresa responsável pelo estudo analisou quatro pontos principais: salários, perspectiva, ambiente de trabalho e estresse. Veja a lista completa aqui. Fonte

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