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13 de agosto de 2014

Avião de Campos não tinha autorização de táxi aéreo

Avião caiu na cidade de Santos, no litoral paulista
Foto: Divulgação

A aeronave que transportava o candidato a presidência Eduardo Campos e outras outras seis pessoas que morreram no acidente desta manhã, em Santos, não tinha autorização da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) para operar como táxi aéreo.

O avião de pequeno porte, modelo CESSNA 560XL, pertence à empresa AF Andrade Empreendimentos e Participações LTDA. Os proprietários Alexandre Bicalho de Andrade, Fabrício Bicalho de Andrade e José Carlos de Andrade são sócios na empresa canavieira Grupo Andrade.

O custo de fretamento de uma aeronave deste tipo é de R$ 18 mil. O avião custa aproximadamente US$ 4 milhões e tem capacidade para 12 passageiros.

Até o momento da publicação, não havíamos conseguido contato com a empresa responsável pelo avião para entender a sua ligação com o candidato Eduardo Campos.

Candidato foi visto diversas vezes utilizando esta aeronave (PR-AFA).

Latino
Em post no Instagram, Latino disse que utilizava o mesmo jato para realizar alguns shows. A comprovação de que a aeronave era usada como táxi aéreo sem autorização da Anac para tal atividade induz que a prática era comum.

"Não tenho palavras pra descrever a minha indignação e agonia por esse destino tão trágico. Principalmente quando se trata de político com tantas boas intenções pro nosso Brasil e um jato (coincidentemente) que trabalhava tb com a gente em qse tdos os shows em épocas de carnaval. Que Deus a tenha e conforte muito seus familiares. #Tragedia", disse o cantor na postagem.

Com informações do Diário de S. Paulo

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