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12 de fevereiro de 2012

A morte inexplicada de Whitney Houston

Foto: AFP

A notícia da morte da cantora Whitney Houston, 48, na neste sábado, 12, pegou todas as pessoas de surpresa por ela ser um ícone do pop e muito nova. As causas ainda são desconhecidas, mas jà existe especulações sobre uma overdose.

De acordo com a Folha, a cantora Whitney Houston foi encontrada inconsciente na banheira de uma suíte do quarto andar do hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills por volta das 15h30 (21h30 no horário de Brasília).

Os paramédicos ainda tentaram reanimar a cantora por cerca de 20 minutos, mas sem sucesso. Ela foi declarada morta às 15h55, no horário local (21h50 no horário de Brasília).

A cantora iria participar na noite deste sábado de uma festa realizada todos os anos na véspera da cerimônia de entrega da 54ª edição do Grammy, que acontece neste domingo.

De acordo com a polícia, "não havia sinais evidentes de intenção criminosa" e que a causa de sua morte está sendo investigada.

A mãe de Whitney Houston, Cissy Houston, disse que tinha falado com a filha minutos antes de ela ser encontrada morta e disse que não percebeu nada fora do normal, segundo o site "TMZ".

Whitney Houston se preparava para reaparecer no cinema no remake de "Sparkle," filme de 1976 baseado na história do grupo vocal The Supremes. Seria seu primeiro papel cinematográfico desde "Um Anjo em Minha Vida", em 1996.

Carreira

Houston nasceu em Newark, Nova Jersey, em 1963. Veio de uma família musical: sua mãe era cantora gospel e Dione Warwick era sua prima. A menina começou a cantar na igreja aos 11.

Em 1985, seu primeiro álbum, que levava seu nome, bateu 13 milhões de cópias, chegou ao primeiro lugar da parada, e bateu o recorde de venda na estreia de uma cantora. Foi puxado pela balada "The Greatest Love of All".

Em 1992, estrelou e cantou as músicas do filme "O Guarda Costas", sucesso mundial com Kevin Costner. A trilha trazia seu maior sucesso, "I Will Always Love You.

No mesmo ano, casou-se com o rapper Bobby Brown e entrou num relação que frequentou as manchetes, com direito a brigas e drogas.

O jornal "The New York Times" descreve a voz da cantora como "uma das melhores vozes gospel de sua geração". "Whitney evitava os maneirismos típicos do gênero, e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, ela comunicava força e auto-confiança, fazendo baladas pop majestosas."

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