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9 de março de 2013

A culpa da imprensa e o falecimento do presidente venezuelano Hugo Chávez


A mídia tem um papel muito importante na sociedade e tem o dever de ser isenta nas informações para a população. Infelizmente existem profissionais e veículos que não possuem ética e que estragam uma área de extremo valor e significado, e que acaba recebendo diversas críticas por suas posturas.

Como profissional da comunicação muitas vezes fico envergonhado de perceber estes "erros" de alguns 'meios de comunicação', que sujam a imagem de um profissional, entretanto, também já me decepcionei com muitos profissionais que se entregam para a "anti-ética" e que fazem de tudo para distorcer os fatos, o que é lastimável.

O que é vergonhoso também são diversos políticos criticarem a imprensa por denunciarem a corrupção de pessoas, que deveriam honrar os seus cargos, e que estão lá, apenas para fortalecer o seu poder ($$$), e ainda ampliar o mar de lama construídos em seus "impérios".

Qualquer coisa que a imprensa faça, sempre surge um político para criticar e desdenhar o trabalho de um profissional. Não é o meu papel defender colegas, mas também, não é o meu papel defender os políticos corruptos que usam a população que continua carente com as enormes arrecadações que os governos possuem, e que todo anos de eleição, aparecem com propostas de "melhorar o mundo", e depois de eleitos se vendem, ou melhor dizendo, se trocam de favores e cargos.

A morte do presidente ditador venezuelano Hugo Chávez na terça-feira, 05 de março, por incrível que pareça, querem o transformar em herói mundial, depois de se perpetuar no governo por anos, além de mudar a constituição para ficar mais tempo no poder. Sim, teve o voto "democrático" do povo que sofre diariamente nas ruas, num país com precários condições, sem um futuro certo, que recebe "ajudas" para sobreviver.

A imprensa brasileira levou a culpa pelo morte do presidente Chávez, conforme alguns políticos brasileiros, pela mídia passar informações "errôneas" do ditador, que não é ditador.

Existe uma linha cruzada nestas informações que muitos políticos gostam de esconder e tentar mandar na pauta do profissional da comunicação e do veículo de imprensa, e também há profissionais que infelizmente se vendem para faturar uma fonte extra no final do mês. Infelizmente esta é a nossa realidade, e que tem que mudar urgentemente.

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